A Droga do Amor

Os Karas se reúnem no seu antigo esconderijo (alçapão), porém desfalcados (Magri está em um campeonato de ginástica olímpica, nos EUA) e os integrantes que estão na reunião decidem que, por um motivo que Chumbinho desconhecia, o grupo estaria acabado. Ao mesmo tempo, descobre-se que o Dr. QI, fugitivo que os Karas ajudaram a prender, fugiu sem deixar vestígios. Chumbinho percebe o perigo que isso representa para o grupo e alerta Magri. Ela desiste do campeonato e volta para o Brasil.

O assunto do momento é a “Droga do amor”, uma descoberta muito útil de cientistas estrangeiros que poderá ser a cura para a praga do século. Eles iriam testar essa droga pela primeira vez em seres humanos aqui no Brasil. O criador da droga e o representante da empresa responsável por ela na América Latina, Hector Morales, chegarão ao Brasil no mesmo vôo que Magri e sua professora, D. Iolanda. Quando a professora de Magri descobre quem está no avião, corre para pedir um autógrafo seu. Várias outras pessoas seguiram o seu exemplo, mas só ela conseguiu um.

No desembarque, alguns homens baleiam D. Iolanda, golpeiam o representante da empresa, e seqüestram o cientista responsável pela droga, junto com as únicas amostras existentes da “Droga do amor”. A bolsa de Magri também some, mas ela não se preocupa, já que não tem nada importante nela. Ela fica com a bolsa de D. Iolanda e tem um plano para reunir os Karas novamente. Chumbinho e Magri fingem o seqüestro de Chumbinho, que se fantasiaria de anão e poderia participar do caso, anonimamente. Só ele e Magri saberiam. O plano deu certo e os Karas começaram a investigar junto com o detetive Andrade, um velho amigo.

De acordo com Crânio, o mais inteligente do grupo, a primeira coisa a ser feita era interrogar D. Iolanda que ainda não saíra do hospital. Mas como fazer isso se ela estava sendo guardada por dois “gorilas”? A solução foi fantasiar Magri. Ela entrou no quarto da sua professora e constatou que ela estava tomando remédios que estavam a fazendo dormir. Magri trocou os remédios e em pouco tempo a professora acordou, mas Magri não a deixou falar nada e recomendou que ela fingisse que estava dormindo enquanto ia buscar ajuda. Ela foi o mais rápido que pode, e quando voltou com o detetive Andrade e os outros Karas, D. Iolanda tinha desaparecido.

Um certo anão escondia-se no porta-malas de um carro dirigido por “dois gorilas” enquanto um grupo de adolescentes bolavam um plano estranho. Eles iriam para a prisão de onde tinha fugido o Dr. QI e exigiam fingir que eram sobrinhos de todos os presos que fossem receber transferência dessa prisão de segurança máxima para uma outra prisão qualquer. Estariam disfarçados, é claro.

Na última tentativa de fazer o plano dar certo, Crânio surpreende um “velho”. Ele diz que é seu sobrinho e o velho acredita. Pronto, estava feito. O Dr. QI disfarçado de velho é desmascarado, mas ele não tem nada a ver com o seqüestro do Dr. Bartolomeu F., criador da droga.

Nessa hora, Magri percebeu o que estava acontecendo. Pediu ao detetive Andrade que lhe trouxesse uma amostra da assinatura do Dr. Bartolomeu e ele atendeu prontamente. Magri comparou a assinatura recém-chegada com o autógrafo que estava na bolsa de sua professora. Eram diferentes, o que queria dizer que não tinha sido o verdadeiro Dr. Bartolomeu que tinha sido seqüestrado.

No final, descobriram que a verdadeira “Droga do amor” não havia passado nos testes e que a empresa estava atolada em dívidas por isso. Então a solução que eles encontraram foi fingir que estava dando certo e forjar o seqüestro de um sósia do Dr. Bartolomeu. Já que o verdadeiro não tinha concordado com isso, eles o tinham matado. Chumbinho tira D. Iolanda do lugar onde a estavam escondendo e ela fala que o Morales tinha mandado os homens atirarem nela, já que ela era a única que poderia confirmar que o homem seqüestrado não era o criador da droga. Tudo se resolve no final e os Karas voltam a ser o grupo unido que era tempos atrás.

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